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Você está na página inicial do site do Instituto Magnus. Acima do texto de apresentação, pode ser encontrado os botões que irão te levas até as páginas: O Instituto, Programas, Voluntário, Blog, Contato e redes sociais. Abaixo, do lado esquerdo está disposto o texto de apresentação do instituto. Ao lado direito, um cão, Golden Retriver (raça dos cães guia) está olhando na direção do texto. Ambos, texto e foto estão sobre um fundo de cor amarela.

Logo abaixo, caixas de texto com fundo branco e amarelo contendo missão, visão e valores do instituto, ordenadas uma ao lado da outra.

Um último texto, falando sobre os futuros programas do Instituto Magnus, pode ser localizado abaixo e do lado esquerdo. Ao lado direito, em um bloco de cor cinza escura, está o botão que irá te levar para a página do projeto “Cão-guia”.

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Como é ter um futuro cão-guia em casa?

Categoria: Socialização

Socializar um futuro cão-guia faz parte do treinamento dos cães, onde o destino final é doá-lo a pessoa com deficiência visual. Mas como é estar na pele dessas pessoas que ficam com o cão por mais ou menos 1 ano e 4 meses  e depois precisa devolve-lo  a Instituição que o treinará?

Pelas palavras da socializadora Gisele Leite: ‘São etapas que temos que passar’.

Família Socializadora é a família que abre as portas da casa e do coração, para receber um filhote de Labrador ou Golden Retriever por um período controlado. Nesse tempo, algumas regras e responsabilidades precisam ser cumpridas, como: regras da casa, horários, rotinas, comportamento nesse ambiente (não deixar subir no sofá, cama etc).  A família também fica responsável por  levar o cachorro para os mais diversos lugares como shoppings, cinemas, barzinhos, academias, transporte público, privado, passeios de carro e veterinário.  Quanto mais o animal se acostumar e aprender a se comportar em lugares públicos, mais fácil será o seu treinamento específico com os instrutores.

Durante todo o período de socialização os instrutores  e o Instituto dão todo o apoio técnico ao cão e a família socializadora.

Gisele, que socializou o futuro cão-guia Charlie comenta a socialização como uma experiência de felicidade imensurável: ‘’Para quem chorou na devolução, hoje me sinto com o dever cumprido. Um misto de sensações que não sei descrever. Mas pudermos ajudar outra pessoa e isso nos faz um bem enorme. ’’

 A história se repete com a chegada de novos filhotes no Instituto. Todos precisam passar obrigatoriamente pelo processo de socialização. Amanda e Marília são exemplos disso, elas novas famílias socializadoras.

Amanda está com a filhote de Labrador Olívia e conta que conheceu o programa cão-guia por um dos instrutores e desde então se apaixonou. ‘’A parte mais complicada era ter o apoio da minha mãe, mas após muita conversa, todos toparam. Fomos buscá-la com uma sensação de muita alegria. Ela chegou em casa e não sabíamos como lidar com ela, o que fazer... Mas os dias foram passando e fomos aprendendo. Estamos há quase 2 meses com ela e está sendo incrível. ’’

Para Marília o contato aconteceu no Rio de Janeiro, quando viu um cão-guia trabalhando. Desde então ela começou a ler sobre e em 2007 um membro de sua família sofreu um problema de saúde e perdeu uma visão. ‘’Após o ocorrido muitas questões surgiram e a vontade de socializar um cão surgiu’’. Marília ouviu sobre o programa cão-guia da Magnus na rádio e entrou em contato para ser família socializadora. Marília está com a filhote Queen.

Socializar um cão não é tarefa fácil e várias etapas precisam ser cumpridas. Desde a aprovação da família cadastrada, até todo o desenvolvimento, treinamento e entrega após o período. Primeiro a etapa do apego, e depois a arte do desapego focando em uma causa maior.

Caso você tenha interesse em ser uma família socializadora, entre em contato com o Instituto Magnus. 

*Por Gabrielle Mazzetti

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