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Você está na página inicial do site do Instituto Magnus. Acima do texto de apresentação, pode ser encontrado os botões que irão te levas até as páginas: O Instituto, Programas, Voluntário, Blog, Contato e redes sociais. Abaixo, do lado esquerdo está disposto o texto de apresentação do instituto. Ao lado direito, um cão, Golden Retriver (raça dos cães guia) está olhando na direção do texto. Ambos, texto e foto estão sobre um fundo de cor amarela.

Logo abaixo, caixas de texto com fundo branco e amarelo contendo missão, visão e valores do instituto, ordenadas uma ao lado da outra.

Um último texto, falando sobre os futuros programas do Instituto Magnus, pode ser localizado abaixo e do lado esquerdo. Ao lado direito, em um bloco de cor cinza escura, está o botão que irá te levar para a página do projeto “Cão-guia”.

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Inauguração do Instituto Magnus celebra a inclusão social

Categoria: Cão-Guia

Na foto, as seguintes pessoas cortam a fita vermelha celebrando a inauguração do Instituto: Ana Hickmann, os Instrutores George e Moisés, o diretor da Adimax Adir Comunello,o prefeito de Salto de Pirapora  Joel David Haddad e Ana Maria Braga

A inauguração do Instituto Magnus, realizada em 28 de setembro, foi marcada com muita emoção e um evento para celebrar a vida. Com sede em Salto de Pirapora, a 120 km de São Paulo, o evento contou com a presença de autoridades locais, a parceira Magnus e a apresentadora Ana Maria Braga, nomeada madrinha do Instituto. A apresentadora e modelo Ana Hickmann, que participa do Projeto Cão Guia socializando a cadelinha Kira, também esteve presente e tornou-se madrinha das famílias socializadoras.

O Centro de Treinamento, considerado um dos mais completos do Brasil, possui uma área de 15 mil m², com canil para 48 cães, maternidade canina, amplo espaço para treinamento dos animais e hotel com capacidade para acomodar oito pessoas, entre instrutores e futuros usuários, que necessitam de um acompanhamento inicial para entender e aprimorar os primeiros passos dessa nova rotina.

Um dos pontos altos do evento foi à entrega oficial de quatro cães-guias para os deficientes visuais que estavam participando da fase final do treinamento. Além disso, dois convidados foram contemplados com a notícia de que receberiam um cão-guia. “Ter um cão-guia mudou a minha forma de encarar a vida, um início para vencer meu próprio preconceito com a deficiência visual. Ele (cão) me trouxe uma liberdade de movimento que é única, uma oportunidade de estar em mais contato com as pessoas”, confessa o músico Jonas Santiago, que há 12 anos utiliza-se do serviço e, desde julho deste ano, conta com o Trevor, um Golden Retriever treinado pelo Instituto.

O programa cão-guia conta com a participação especial das famílias socializadoras, que treinam e expõem os filhotes a uma rotina diária como, andar em transporte coletivo, passear em espaços públicos, conviver com outros animais e pessoas. “Estou no meu segundo cão e é gratificante! Treinar um animal para ser os olhos de uma pessoa com deficiência visual é maravilhoso”, exalta o advogado Ariovaldo Rodrigues, que está socializando o labrador Marvin há oito meses. Já os irmãos Amanda e João Pedro Albuquerque também socializam um Labrador, a Olívia. “Nossa rotina mudou bastante, mas é algo tão gostoso que a gente se adapta. Aprendemos muito com ela”, conta Amanda.

Durante o período em que o cão está no Programa, todos os custos, desde alimentação, medicamentos, acompanhamento veterinário e treinamento, são de responsabilidade da instituição. O período completo dura 18 meses: um ano de socialização com a família, cinco meses de treinamento e um mês de adaptação com seu novo companheiro.

Esse processado é acompanhado pelos instrutores do Instituto, Moisés Vieira Junior e George T. Harrisson, que possuem especialidade em Orientação e Mobilidade direcionada a esse tipo de treinamento. Além disso, cada um conta com um aprendiz, Gustavo Ferraz, treinado por Moisés, e Gabrielle Mazetti, treinada por George. “A gente treina em três fases: primeiro aprendemos a rotina do animal de canil e treinamento de obediência. Depois, partimos para os aprendizados com as famílias socializadoras, com entrevistas e escolha do cão. Por último, treinamos o animal com arreio, equipamento para guiar a pessoa com deficiência visual”, explica Gabrielle, futura instrutora de cães-guias.

Interessou-se? Há varias maneiras ajudar! Você pode se tornar uma família socializadora, ou se voluntariar no projeto. Se o seu desejo é ter um cão-guia ou conhece alguém que queira, inscreva-se no site do Instituto.

Assista o vídeo Institucional apresentado no evento e conheça mais sobre o Instituto: